<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036</id><updated>2012-02-16T14:28:54.027Z</updated><title type='text'>A minha cunhada tem uma pila</title><subtitle type='html'>Memórias íntimas duma relação comprometida desde o seu início entre cunhados que nunca deu certo... e nunca dará!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-4174891839251090709</id><published>2008-07-23T17:31:00.007+01:00</published><updated>2008-07-23T19:00:55.316+01:00</updated><title type='text'>Perdas de tempo para quê?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dias depois da Passagem de Ano, a minha cunhada que tem uma pila revelou-se imparável nas suas acções contra a minha pessoa e, mais grave do que isso, contra a irmã (directa ou indirectamente, como poderão constatar já de seguida), minha actual mulher.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das primas direitas da minha cunhada havia convocado todos os primos direitos para um jantar na sua casa. Depois do que se havia passado na Passagem de Ano, decidi comunicar prontamente que não iria estar presente porque estaria a ser hipócrita ou cínico em estar presente num evento familiar em que me sentiria incomodado, com a presença da minha cunhada que tem uma pila. Assim, decidi comunicar à prima e ao respectivo marido da prima (promotores do evento familiar), através de diversos meios (telefónico, e-mail e MSN Messenger), que não iria estar presente e jutifiquei esta minha decisão relatando o que se havia passado na Passagem de Ano. Ambos compreenderam e aceitaram o facto de eu não querer estar presente no jantar de primos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta altura, encontrava-me a trabalhar nos arredores de Lisboa e só podia ver a minha mulher (na altura namorada) aos fins-de-semana, ora em Lisboa, ora no Alentejo, onde residia a minha mulher. Desta feita, o fim-de-semana que se seguiu era o do jantar dos primos da minha mulher e ia realizar-se, como já referi anteriormente, na casa da prima que habitva, igualmente, nos arredores de Lisboa. Então, nesse fim-de-semana, a minha mulher veio para Lisboa no seu carro acompanhada pela minha cunhada que tem uma pila. A minha cunhada deixou a minha mulher na casa onde eu estava a viver naquela altura e rumou (no carro da irmã) para a casa dos primos onde ia realizar-se o respectivo jantar. Nem sequer houver lugar para cumprimentos, apenas largou-a lá e foi-se embora. E ainda bem que assim foi, pois este comportamento atestou ainda mais o seu nível de comprometimento em relação ao que se tinha passado na Passagem de Ano que havia acontecido há dias atrás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu, como nunca quis ter conflitos com ninguém, muito menos com a família da minha mulher, porque como já havia referido em textos anteriores, tenho-lhes muito respeito e consideração, ainda disse à minha mulher que se ela quisesse ir ao jantar dos primos, que estava à vontade para ir, pois o facto de eu não ir ao jantar não era de todo impeditivo de ela ir e confraternizar com os primos que ela tanto gostava e continua (julgo eu) a gostar. Não ficaria nada chateado se ela fosse, juro-vos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a minha mulher, decidiu ficar comigo e fazer aquilo que normalmente fazíamos e continuamos a fazer quando vamos a Lisboa, que é juntar-me com os meus amigos de adolescência no café do costume e estarmos para ali a conversar sobre temas triviais e outros temas menos triviais. Mas nem isso fizémos. Ficámos em casa a conversar sobre o que se tinha passado na Passagem de Ano e o quão gravoso isso poderia ser no futuro da nossa relação e na relação que eu tenho com a família dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nem a propósito, recebo um telefonema do marido da prima que havia organizado o jantar a perguntar-me se realmente eu não ia ao jantar. Eu achei um tanto ou quanto estranho aquele telefonema e muito mais a pergunta que ele me havia colocado. Contudo, reafirmei a minha vontade em não ir ao jantar e reforcei essa decisão com o facto de os ter avisado com a devida antecedência e através de diversos meios. O marido da prima da minha mulher pareceu espantado com a minha resposta e decidiu passar o telefone à mulher (prima direita da minha mulher e, obviamente, da minha cunhada que tem uma pila), não sei bem com que objectivo, pois nada me faria demover da decisão que havia tomado. A prima da minha mulher começa a perguntar-me o porquê de eu não querer ir ao jantar e eu respondi que já o tinha justificado em ocasiões anteriores. Ocasiões essas que se haviam varrido da memória da prima da minha mulher, de repente, e que levaram-na a acusar-me de eu nem sequer ter avisado ninguém que não iria ao jantar. Nesse momento, rebentou-me a "bolha" e disse-lhe que havia enviado por e-mail para ela e para o marido a informação de que não iria estar presente e de que não ia por aquilo que se tinha passado na Passagem de Ano, chegando mesmo a contar os pormenores que descrevi no texto anterior (intitulado "A cunhada entra em Acção"). Escrevi-lhes até que não queria estar "a meter nojo" num jantar em que normalmente as pessoas se divertem uns com os outros, com jogos e brincadeiras bastante divertidas, situações para as quais eu não estava na mínima disposição para participar, sobretudo e tendo em conta que a minha cunhada que tem uma pila estava presente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A prima da minha mulher, perante estes argumentos, viu que não tinha mais nada em concreto para apresentar e deitar por terra tudo aquilo que eu lhe havia dito. Então, decidiu apontar baterias para a minha mulher e pediu-me que passasse o telefone para ela. Eu, na minha boa-fé, pensando que a discussão ia acalmar, passei o telefone para a minha mulher. Mas como sou uma pessoa que não gosto de ser "comido por parvo", coloquei-me lado-a-lado com a minha mulher para poder ouvir o que lhe era dito pela prima, para saber até que ponto é que a discussão ia, na realidade, acalmar. Cheguei, rapidamente, à conclusão que a discussão não acalmaria e em poucos segundos de conversa a prima da minha mulher conseguiu fazê-la chorar, pondo em causa o respeito que a minha mulher tem pelos valores e pela moral familiar, com questões e afirmações deste tipo:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Então mas afinal quem é que é a tua família? É ele ou somos nós?»&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O teu lugar é aqui e não é aí ao lado dele!»&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Quem sente a tua falta não é ele, somos nós que a sentimos!»&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A família está sempre em primeiro lugar! Sempre!»&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;Posto isto, e depois de ter posto a minha mulher num pranto enorme, ainda remata o telefonema da seguinte forma:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Andas bem acompanhada, andas..."&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;E desliga de rompante o telefone na cara da minha mulher. Perante isto, que moral tem esta gaja em sublinhar e empolar os valores e morais da família? Nenhuma, escrevo eu...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Muito bem!", pensei eu, "Estou a ver que em menos de uma semana já arranjei dois inimigos na família da minha namorada [actual mulher]! Isto está a correr bem!".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao princípio, o meu raciocínio estava um bocado turvo, procurando encontrar uma razão para tal telefonem. Até que, por fim, fez-se luz no meu pensamento e percebi o quão bem engendrado estava este esquema maquievélico, criação única de quem? Da minha cunhada que tem uma pila, pois claro. O que é que eu quero dizer com isto para aqueles leitores que não chegaram "lá"? Simples! A minha cunhada que tem uma pila foi ao jantar de primos, certo? Então assim que chegou lá, sem a irmã, frisou bem aos primos organizadores onde havia ficado a irmã quando vieram do Alentejo para Lisboa. Só isso, já é bastante gravoso! Mas não ficou por aqui! Então continuou relatando, à sua maneira (e quero deixar bem frisado, &lt;strong&gt;"à sua maneira"&lt;/strong&gt;), o que se passou na Passagem de Ano, uma semana atrás e fez com que a sua imagem de santa padroeira saísse do poço de lama e voltasse a ser colocado no cimo do altar, sítio de onde nunca devia ter saído, mas que por distracção ou pânico caíu e enterrou-se pelo lamaçal adentro na Passagem de Ano. Tendo em conta que a família da minha mulher é uma família unida, mas que não é mais do que uma família vulgar no nosso país (o que quero dizer com isto é que aconteceria com qualquer outra família portuguesa), a história que prevaleceu foi a da minha cunhada que tem uma pila. E por muitos argumentos que eu apresentasse para justificar a minha ausência no jantar de primos, esses nunca seriam válidos e nunca seriam tidos em consideração. Porquê? Porque, pura e simplesmente, não sou da família. Este factor, que parece não ter importância nenhuma e parece ser mais uma desculpa do que propriamente um argumento de peso, vai tomando forma e importância à medida que irei avançar nos textos escritos neste blog, relatando todas as peripécias que tenho tido ao longo destes anos todos com a minha cunhada que tem, curiosamente, uma pila.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí que, por eu não pertencer à família e por muita credibilidade que eu possa ter, a minha história não prevaleceu sobre a da minha cunhada, tendo em conta que os relatos que nela estão contidos sejam o mais verdadeiros e sinceros possível. E, por todas estas condicionantes, os primos organizadores do evento familiar (jantar de primos) telefonaram-me, já sabendo de ante-mão que eu havia avisado com a devida antecedência que não iria e quais os porquês da minha ausência. Telefonaram-me, na perspectiva do marido da prima da minha mulher, para tentar demover-me da minha decisão e fazer com que toda a gente se desse bem. Na perpectiva da prima da minha mulher, para tentar abalar e pôr em causa a relação que eu tinha (e tenho) com a minha mulher, bem como, para definir, claramente, a posição dela quanto à nossa relação, para tentar achincalhar-me perante os demais presentes no jantar de primos e que assistiram &lt;em&gt;in loco&lt;/em&gt; ao telefonema e, por fim, para dar um voto de confiança à minha cunhada que tem uma pila, funcionando como advogada do Diabo (neste caso específico, e tratando-se da minha cunhada que tem uma pila, seria advogada da Diabinha).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir deste momento, não contava com um mas com dois inimigos na família da minha mulher! E porque tenho uma relação completamente aberta, franca, sincera e honesta com a minha mulher, disse-lhe sempre tudo o que sentia quanto aos amigos, primos, tios, pais e, por fim, quanto à minha cunhada que tem uma pila. Mas não pensem que o inverso não acontece, pois eu também tenho a perfeita consciência que a minha família também tem lacunas, e a conclusão que chego depois de todos estes episódios, aventuras e desventuras é que não existem famílias perfeitas! Isso é garantido!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Post Scriptum: Só tenho pena de uma coisa neste jantar de primos - foi a ausência dos primos da minha mulher que passaram a Passagem de Ano connosco! Aí, meus caros amigos, não duvido que o factor "não pertences à família" caíria por terra...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-4174891839251090709?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/4174891839251090709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=4174891839251090709&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/4174891839251090709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/4174891839251090709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/07/perdas-de-tempo-para-qu.html' title='Perdas de tempo para quê?'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-7015803551071052687</id><published>2008-05-24T09:43:00.004+01:00</published><updated>2008-07-06T13:15:41.494+01:00</updated><title type='text'>A cunhada entra em acção!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estávamos perto de uma data que é sempre especial para a grande maioria das pessoas - a Passagem de Ano. Chega a ser impressionante a mobilidade e o entusiasmo das pessoas nesta altura do ano para comemorar a despedida do ano velho e as boas-vindas do ano novo. Eu e a minha mulher não somos excepção! Adoramos os preparativos, a celebração e o dia seguinte! Sempre gostei de conviver, de partilhar, de festejar, seja qual for a razão e seja qual for a validade dessa mesma razão, isto é, até por razões pouco coerentes já festejei, já partilhei e já convivi. Tudo é pretexto para festejar ou celebrar algo - (quiçá?) a queda dum dente, por exemplo.&lt;br /&gt;Então lá decidimos celebrar a Passagem de Ano na terra da minha mulher, na companhia do meu irmão e respectiva namorada, na companhia duns primos da minha mulher e respectivas namoradas e esposas e, como não podia deixar de ser, na companhia da minha cunhada que tem uma pila.&lt;br /&gt;O problema que se me deparou inicialmente, é que eu não sabia como é que as pessoas eram, nomeadamente, os primos da minha mulher quando em festas deste género, mas já sabia de antemão que eram "boa onda", pois já tinha convivido com eles anteriormente em diversos locais e em diversos contextos. Só estou a deixar esta ressalva porque a Passagem de Ano não é uma festa igual a tantas outras festas (por exemplo, de aniversário). A Passagem de Ano é uma festa ímpar, singular, única, que não pode ser comparada com qualquer outro evento, porque tem características muito próprias, desde a comida, à bebida, à hora a que se festeja, o local onde se festeja, com quem se festeja, os penetras, os inconvenientes, os bêbedos, os inoportunos, os chatos, as contas, as ressacas, quem abre as garrafas de champanhe, quem assa a carne, quem vai buscar minis à arca, etc... Enfim, concluí que valeu a pena celebrar a Passagem de Ano com eles (única e exclusivamente com os primos e com as respectivas namoradas e mulheres deles). Com a minha cunhada que tem uma pila, não! Com essa não valeu nada a pena! Porquê?&lt;br /&gt;Então vamos lá à explicação: eu e a minha mulher (namorada, na altura) reunimos e organizámos tudo lá em casa: desde a disposição das mesas, até à disposição das cadeiras; desde à colocação das minis no frigorífico e na arca congeladora, até à colocação dos aperitivos em cima das mesas; desde a colocação dos pratos de plástico, até à colocação das garrafas de 7Up e de Cola; enfim, organizámos tudo o que carecia ser organizado numa festa deste género. Depois foram chegando as pessoas que haviam sido convidadas (que já referi anteriormente por várias vezes). Assim que toda a gente estava reunida lá em casa, começámos com as partidas uns aos outros, com a invenção de histórias sobre uns e outros para ver qual era a reacção de cada um dos implicados, sempre num contexto de brincadeira, nada de maldoso ou pejorativo. A minha cunhada que tem uma pila, sempre à parte. Não porque nós o quiséssemos, mas porque ela assim o quis. Não gosta muito de misturas, sobretudo, porque não tem "andamento" para se misturar. Não sabe brincar, sequer... Mas, enfim, fora este empecilho que não se dava a brincadeiras, tudo corria sobre rodas com bastante diversão e animação.&lt;br /&gt;Chegámos finalmente à hora de nos despedirmos do ano velho e dar-mos as boas-vindas ao ano novo - 00.00h! Entretanto, tinham chegado os meus sogros lá a casa para celebrarem com aquele bando todo a passagem de ano. Comemos as 12 passas como manda a tradição, bebemos o champanhe, abraçámo-nos uns aos outros e desejámos o que de melhor poderíamos desejar para o ano novo que acabara de entrar. Que belo momento de confraternização! A sério! Guardarei-o para sempre, juro-vos!&lt;br /&gt;Depois de toda este acto comungatório dedicamo-nos, novamente, às conversas banais com uma ou outra achega de brincadeira ou de provocação. Estava tudo em amena cavaqueira, como se costuma dizer para melhor ilustrar este tipo de situações. Chegámos, se bem me lembro, a jogar às cartas no regime de "rodinha bota fora", pois não haviam cartas suficientes para todos.&lt;br /&gt;No final de contas, foi uma passagem de ano muito divertida que jamais esquecerei! Chegou a um momento em que a cerveja já se tinha apoderado da circulação sanguínea, pelo menos para mim, e já era perto das 4 horas da manhã. Condições, estas, ideais para alguém ir deitar-se, não são? Então lá fui eu para a cama, depois de me despedir da malta toda. A minha cama, por imposição da existência de casais lá em casa, tinha sido montada com uns colchões pequenos (daqueles de campismo, uns por cima dos outros) na sala-de-estar, para não incomodar ninguém, nem ser incomodado.&lt;br /&gt;Já deitado, sou brindado pela visita da minha mulher (na altura, namorada) para ela se despedir de mim, pois ela ia embora para o local onde dormia todas as noites, o tal local onde ela havia sido criada até então. Conversámos durante algum tempo sobre o que iria ser o dia a seguir àquele, o que estava planeado fazer e o que se podia eventualmente fazer: passear, comer o que sobrou, jogar às cartas, enfim, foram debatidas várias hipóteses entre mim e a minha mulher. Mas, durante essa conversa, somos interrompidos de rompante com gritos do outro lado da porta da sala-de-estar e com vários murros na porta. Era, efectivamente, a minha cunhada que tem uma pila! Quem mais poderia ser?&lt;br /&gt;A minha cunhada, em frente de toda a gente que se ficou na divisão da casa onde comemorámos a passagem de ano depois de eu me ter vindo embora, entrou em pânico quando viu a irmã a vir ter comigo. Deve ter pensado o pior cenário (para ela, pois que para mim seria o melhor cenário, se bem que não teria qualquer sucesso porque o alcoól que me corria no sangue e não me permitiria levantar a moral, nem com grande boa-vontade ou insistência...)! Então, pela sua possessividade que pensa ter na irmã, pela sua ausência de bom-senso, pelos seus cíumes, enfim, por tudo aquilo que sente (mas não tem) sobre a própria irmã, fez uma cena daquelas "hollywoodescas", qual Sansão revoltado pela sua Dalila lhe ter cortado a valente juba que o permitia ter forças titânicas. Portanto, desde murros, pontapés, joelhadas, entre outros demais actos de violência à pobre porta da sala-de-estar, acompanhados pelos gritos de voz "bichona", tais como:&lt;br /&gt;"Sua porca! Sai daí!"&lt;br /&gt;"Eu vou-me embora! Já tenho o carro* ligado e vou-me embora!"&lt;br /&gt;"Sai daí antes que eu entre! Sai daí!"&lt;br /&gt;Eu, como "homenzinho" que sou, quis sair e dar-lhe um murro nos cornos! Sim, essa foi a minha vontade! Quem numa situação destas não pensa logo em partir para a violência, por muito calmo que seja? Nem o Ratzinger, meus amigos! Mas a minha mulher soube acalmar-me e deixar também acalmar a mana que tem uma pila, aliado à estupefacção que me tinha possuído pela ridicularidade de tal situação constrangedora para todos os que se encontravam lá em casa. Então não reagi às provocações! Nem sequer me manifestei! E sabem uma coisa? Foi o melhor que fiz na altura, mas o pior que fiz nas consequências que isso trouxe mais tarde e que vos explicarei noutro(s) post(s) mais à frente.&lt;br /&gt;A minha mulher, despede-se de mim com um dos semblantes mais tristes que lhe vi até hoje e diz-me, com a maior das tranquilidades: "Deixa estar que eu resolvo isto!". Abre a porta da sala-de-estar, que nem sequer estava trancada, e sai! A minha cunhada que tem uma pila de repente cala-se! Que silêncio sepulcral que invadiu aquela casa naquele instante! Ninguém! Ninguém falou com ninguém! Ninguém disse nada a ninguém! Impressionante! As pessoas foram deitar-se e nem sequer vieram conversar comigo. Não as censuro! Sinceramente que não as censuro! Depois dum episódio tão constrangedor e embaraçoso quem é que estava na disposição de conversar fosse o que fosse?&lt;br /&gt;Este foi o episódio mais marcante e que deu início à quezília que perdura até hoje! Foi a partir daqui que as coisas se tornaram muito mais claras para mim, ainda que restem algumas dúvidas importantes que jamais conseguirei esclarecer e que exporei mais adiante noutro(s) post(s).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* o carro que a minha cunhada havia posto a trabalhar ameaçando a minha mulher que se iria embora caso ela não saísse de perto de mim era, ironicamente, o da minha mulher! Não é ridículo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-7015803551071052687?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/7015803551071052687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=7015803551071052687&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/7015803551071052687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/7015803551071052687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/05/cunhada-entra-em-aco.html' title='A cunhada entra em acção!!!'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-908779726342282465</id><published>2008-05-12T12:41:00.004+01:00</published><updated>2008-05-12T13:05:14.627+01:00</updated><title type='text'>Os primeiros esclarecimentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Gostaria de aproveitar este espaço para esclarecer o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minha cunhada tem efectivamente uma pila, mas não é porque eu possa atestá-lo por tê-la visto nua (porque nunca vi, sou sincero, nem pretendo ver), mas sim porque a nossa sociedade convencionou que todo o ser humano que apresente uma pila na região do baixo abdómen é um Homem, o que nem sempre é correcto;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, a minha cunhada não apresenta qualquer tipo de cultura-geral e poder intelectual, já para não falar nas suas vivências e experiências da vida. Prova disso é o facto de ter frequentado uma universidade privada e, pior, ter frequentado uma escola profissional;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perdoem-me os frequentadores, quer de universidades privadas, quer de escolas profissionais, pois nem todos os alunos destas duas últimas instituições são tão mentecaptas e burros quanto a minha cunhada que tem uma pila, mas regra geral, terão de reconhecer, são efectivamente adjectivados como tal (e com razão!);&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A omissão de alguns aspectos que estão relacionados com locais, datas e nomes é, obviamente, propositada! Não só para me proteger, mas também para proteger as pessoas envolvidas, até mesmo a minha cunhada que tem uma pila;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por agora ficamo-nos por aqui quanto aos esclarecimentos, mas com certeza que irão surgir muitos mais aspectos que carecerão de esclarecimentos adicionais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-908779726342282465?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/908779726342282465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=908779726342282465&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/908779726342282465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/908779726342282465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/05/os-primeiros-esclarecimentos.html' title='Os primeiros esclarecimentos'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-8266952216955529563</id><published>2008-05-03T10:18:00.006+01:00</published><updated>2008-05-12T12:41:22.471+01:00</updated><title type='text'>O jantar de aniversário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No dia de aniversário da minha mulher (namorada, na altura), em Abril de 2003, conheci os meus (actuais) sogros e mais alguns familiares que lá estavam presentes. O aniversário foi celebrado na casa onde a minha mulher cresceu, num meio rural alentejano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Encontrava-me, nesta altura, no meu último ano de curso superior e a minha mulher já se encontrava a trabalhar na região do Oeste, apesar de ainda vir assistir a algumas aulas do curso superior em que ela estava matriculada, igualmente, no último ano de curso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembro-me de lhe pedir frequentemente para ela me apresentar os pais dela. Andava ansioso por conhecê-los. Não sei bem qual a razão para tal, mas talvez porque acreditei sempre no sucesso da relação com a minha mulher e sempre desejei fazer vida a dois com ela. Daí que talvez considerasse importante conhecer os pais dela o quanto antes para que esse sonho se tornasse realidade o mais cedo possível. Reconheço, porém, que ainda era cedo para me tornar totalmente independente dos meus pais e ela dos dela, contudo gostaria que isso acontecesse em breve. Mas, como poderão constatar mais adiante, nada disso aconteceu com a brevidade desejada, culpa de uns e de outros. Onde é que eu me situo? Nos outros, vá...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saí da cidade onde estudei acompanhado da minha mulher no carro que havia sido comprado de propósito para ela pelos pais. Um carro económico, a gasóleo e comercial, para que ela pudesse fazer as viagens entre regiões com o menor custo possível. Era compreensível esta atitude por parte dos pais dela, em comprar um carro para a filha que fosse mais económico, pois os outros dois carros que tinham eram a gasolina e já tinham "dono"... Sim, porque um carro era para a minha (actual) sogra e o outro já tinha sido apoderado pela minha cunhada que tem uma pila para ir trabalhar para as agências bancárias que os directores regionais do banco o destinassem. Mas reparem: só duranteas férias do Verão. O resto do ano a minha cunhada vivia à conta dos "papás"...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então lá fomos nós, a caminho daquele meio rural alentejano, ansiosos por saber o que iria acontecer naquela noite: ou ia ser muito bem recebido ou então levava uma carga de porrada (era o que me passava pela cabeça durante aquela longa e silenciosa viagem)!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao entrar dentro de casa dos meus (actuais) sogros, deparo-me com uma coisa curiosa: cartuchos de caçadeira cuidadosamente alinhados por cima do frigorífico, calmamente encostados à ventoinha que lá se encontra, à espera que uma mão doce e terna os afaguem para serem colocados numa fofa e suave câmara de disparo duma qualquer etérea e leve caçadeira! Era isto que eu devia ter pensado, mas não! Não foi nada disto que eu pensei! Apenas pensei: "Pronto! Já fui!" - veio-me logo à ideia uma notícia de primeira página do Correio da Manhã com o título: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Jovem baleado a tiro de caçadeira à porta de casa dos seus pseudo-futuros sogros só por ter dito "Boa noite!"»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas tudo correu bem! Não houve nada de grave que ocorresse, nada mesmo! O meu sogro cumprimentou-me duma forma que eu nunca mais esquecerei - apertou-me a mão com tanta força que eu ainda hoje não recuperei, e isso poderá ser visível nos erros ortográficos que eu apresento ou poderei apresentar num qualquer &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; que tenho colocado aqui e noutros &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A impressão que fiquei dos meus sogros, e que ainda hoje tenho a mesma impressão (com uma ou outra diferença, nada de extraordinário) é que são pessoas honestas, trabalhadoras, humildes, que amam os filhos, que têm um sentido de família muito intenso e forte, nunca agem por interesse individual, isto é, sempre pelo interesse de todos, sem prejudicar a vida a ninguém. São pessoas "bem-vistas" na comunidade que os rodeiam e da qual eles fazem parte. Nunca ouvi ninguém tecer qualquer comentário negativo em relação aos meus sogros, apenas e só comentários positivos. Como já devem ter reparado, tenho uma grande admiração por eles. Quanto ao respeito que tenho por eles, nem tenho sequer palavras para a enormidade de tal sentimento. São, de facto, pessoas extraordinárias e que significam muito para mim! Ajudaram-me muito durante estes anos em que nos conhecemos, sem terem colocado qualquer questão, sem terem olhado a meios, tendo em conta que não sou sangue do mesmo sange, quando mais precisei de ajuda! Foram sempre extraordinários comigo! Estarei sempre grato por tudo o que fizeram por mim até ao meu último suspiro!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, voltando ao jantar de aniversário, estive sempre com uma atitude reservada, sem me manifestar, excepto quando era solicitado para tal, sob um olhar atento e quase incomodativo do meu sogro - comportamento normal dos sogros quando conhecem os seus genros, digo eu... Não poderia ter tido outra atitude, é compreensível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto à minha cunhada, esta esteve sempre atenta também às minhas atitudes e comportamentos. Ficou admiradíssima, pois conheceu-me como uma pessoa expansiva, extrovertida, sem tábus nem fronteiras. E, naquele jantar, observou o quanto "normal" eu posso ser! Atrevo-me a acrescentar a isto que ele deve ter ficado com a ideia errada da minha pessoa, pois conheceu-me no meu ambiente natural e ali não era definitivamente o meu ambiente natural. Deve ter pensado: "Olá... Temos aqui um sacana! Então este gajo lá nas tunas só dizia piadas, falava alto e dizia asneiras! E agora está aqui todo amagadinho, sem pronunciar-se, mal abre a boca... Está bem, está!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ser sincero, duvido que a minha cunhada tenha pensado seja o que for, pois a sua capacidade de raciocínio ou até a sua capacidade de descernimento é bastante limitada. Prova disso é ela ser fruto duma educação pública que formou pessoas ignorantes e com fracas capacidades de adaptação a diferentes realidades. Ela fez um percurso escolar normal até ao 9.º ano, inclusivé. Quando ingressou no ensino secundário, matriculou-se numa escola profissional, onde tirou um curso de contabilidade. Esse curso conferiu-lhe a possibilidade de ingressar no ensino superior, mas não foi no público, foi no PRIVADO (eis a razão de ter escrito em letras maiúsculas há pouco e agora a palavra PRIVADO/A), pois a sua média foi bastante baixa para poder ingressar no público. Assim, teve que ir de armas e bagagens para a casa duma tia que ainda hoje vive num subúrbio alfacinha. O curso superior que escolheu, não sei se por coincidência se por outras razões que (des)conheço, era exactamente igual ao que a irmã (a minha mulher) havia escolhido, só que esta última frequentou-o numa cidade perto de casa, numa instituição de ensino superior público. Em forma de conclusão, estes aspectos do seu percurso escolar podem não ser, forçosamente, traduzidos em incapacidade de raciocínio ou falta grave de descernimento. Mas que são aspectos que não podemos desprezar, não só para apurar as suas capacidades ou incapacidades, mas também para contextualizar as histórias que se irão seguir a esta, pois por isso meus amigos, não poderei desprezar aspectos como estes com certeza!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para concluir tema do jantar de aniversário, viémos de volta para a cidade onde estudei, contentíssimos com o resultado final. Foi um prazer ter conhecido os meus sogros e continua a ser um grande prazer poder conviver com eles!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-8266952216955529563?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/8266952216955529563/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=8266952216955529563&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/8266952216955529563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/8266952216955529563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/05/o-jantar-de-aniversrio.html' title='O jantar de aniversário'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-341180393194540953</id><published>2008-05-01T14:25:00.004+01:00</published><updated>2008-05-12T12:29:22.082+01:00</updated><title type='text'>Depois da Apresentação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois de me ter sido apresentada no Parque de Campismo de Monte Gordo, deixei-a de ver por uns tempos. Meteram-se as férias de Verão, o início do último ano do curso e por fim um ou outro evento académico. Nesta altura ainda não conhecia os pais da minha mulher (namorada, na altura). Só os viria a conhecer ao fim duns meses largos, mais precisamente em Abril de 2003, no aniversário da minha mulher. Mas não foi preciso chegar até esta altura para voltar a encontrar-me com a minha cunhada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi precisamente no dia em que se realizou um Festival Internacional de Tunas em que a tuna organizadora era a que eu pertencia. Este festival realizou-se nos dias 29 e 30 de Novembro daquele ano e a apresentação ficou a cargo de alguns elementos da tuna organizadora, nos quais eu me incluía. Assim, convidei a minha mulher a assistir ao festival e ela lembrou-se de convidar o irmão (a minha cunhada que tem uma pila) para ir também assistir. Não apresentei nenhum argumento contrário a tal, pois achava por bem que ela aparecesse para conversarmos ou para beber uma cerveja (como Homens que éramos... - e que eu contínuo a ser!). Apareceram, então, no auditório do Instituto Politécnicoda cidade onde estudava, todos trajados a rigor. Sim, porque a minha cunhada também estudava no ensino superior - numa universidade PRIVADA alfacinha. Daí que tinha o traje académico daquela universidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A recepção foi sempre muito cordial, nada de conversas profundas. A conversa foi sobre um único tema que os tinha levado lá - o festival de tunas, nada mais que isso...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois da recepção, mãos-à-obra: Fui apresentar aquele festival (um dos melhores da minha carreira de apresentador) e, invariavelmente, dei muito de mim, isto é, expus-me e revelei a minha maneira cómica de ser, nada mais que isso. Quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou uma pessoa sempre bem-disposta e que tenta sempre manter um sorriso no rosto dos que me rodeiam. E a minha cunhada soube, ao longo da nossa relação, aproveitar isso para me denegrir e para sobressair perante os demais. Mas isso será explorado mais adiante, porque na realidade os problemas não começaram aqui. Isto foi apenas a nota breve que se encontra nas costas da capa dum livro que ainda não foi sequer aberto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acabou o festival, tudo correu bem. Despedimo-nos dela (da minha cunhada) e ela foi à sua vida. A minha mulher ficou, pois tinha aulas no dia seguinte, sendo ela também uma estudante do Instituto Politécnico da cidade onde estudei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir daqui, não me lembro se me encontrei mais alguma vez com a minha cunhada até ao aniversário da minha mulher, mas se o fiz não aconteceu nada de relevante, pois com certeza que me lembraria!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-341180393194540953?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/341180393194540953/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=341180393194540953&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/341180393194540953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/341180393194540953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/05/depois-da-apresentao.html' title='Depois da Apresentação'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-7480596229102049865</id><published>2008-04-29T11:49:00.001+01:00</published><updated>2008-05-12T12:20:53.939+01:00</updated><title type='text'>O início da decadência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estávamos no ano de 2002, mais precisamente no Verão, quando recebi um convite da minha mulher, na altura namorada, para ir passar uns dias ao Algarve, no Parque de Campismo de Monte Gordo, onde uns tios por afinidade da minha mulher tinham uma caravana que se transformava numa tenda monumental que era capaz de ocupar quatro lugares do parque, o que é bastante. Mas, o que interessa aqui é mesmo o início da minha relação com a minha cunhada que tem uma pila.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estava na cidade onde estudei e onde me fiz homem! Sim, foi lá que me fiz homem! Tinha acabado os últimos exames do terceiro ano do curso e estava com muito tempo disponível, tanto tempo que até consegui ir de autocarro (doravante, Expresso) para aquela localidade algarvia de Monte Gordo. A viagem não demorou muito tempo, tal como outra qualquer viagem de Expresso, mas não foi nada penosa, não só porque já estava habituado a andar de Expresso, como o objectivo daquela viagem era do mais agradável e aprazível possível - ia ter com a minha mulher (namorada) e passar uns dias com ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cheguei à estação de camionagem de Monte Gordo e telefonei à minha mulher para me dar as indicações para ir ter com ela ao Parque de Campismo. E lá fui eu, caminhando, sem conhecer o caminho, pelo meio de prédios e moradias, chegando, finalmente, à portaria do Parque de Campismo onde estava a minha mulher à minha espera para podermos entrar sem que fosse necessário pagar algum tipo de bilhete de estadia ou algo que o valha...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dirigimo-nos para a tenda onde íamos pernoitar e foi aí, quando chegados à tenda, que eu conheci a minha cunhada que tem uma pila!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira impressão que fiquei dela é que era um rapaz das minhas idades, porreiro, simpático, sem qualquer tipo de complexo, mas com um aperto de mão - Valha-me Deus! Qualquer semelhança com uma mão morta era pura coincidência! Fez-me lembrar aquelas donzelas do século XVII (não é que eu tenha vivido no século XVII, mas vejo muita televisão...) que esticavam a mão à espera que os cavalheiros a puxassem gentilmente para junto da sua boca para dar um beijo doce e terno nas suas costas (da mão, entenda-se!). Foi isto que me pareceu! Mas não fico só por aqui, não! Houve outra coisa que despertou a minha desconfiança na sexualidade daquele rapaz e isso foi, precisamente, a sua voz! A minha cunhada tem uma voz que é caracterizada por um timbre masculino, com uma intensidade fraca e uma altura, na maior parte das vezes, grave ou barítono. Tudo normal até aqui, mas o problema surge quando ela fala em certas e determinadas alturas em que a sua voz atinge alturas que apenas um soprano conseguiria lá chegar. Tem, frequentemente, as chamadas falhas de voz. Para quem ainda não percebeu, terá de seguida a expressão brejeira que ilustra a questão: "A voz descai-lhe para as nalgas!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema podia ficar resolvido se ficasse apenas e só por aqui, pela falha da voz. Mas, infelizmente, não fica! O problema agrava-se quando se descobre que ela tem problemas de entoação. A entoação que ela utiliza é um tanto ou quanto enfemininada, assim à laia do José Castelo Branco quando solta aqueles "ais!" que metem dó (não sei porque é que fui buscar o José Castelo Branco como termo de comparação, mas acredito piamente que funcionou! Ai não que não funcionou!)! Metem dó e as outras notas musicais todas...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, porque o problema ainda é mais grave, aliado às falhas da voz e às entoações enfemininadas a minha cunhada que tem uma pila é capaz de fazer gestos tão ou mais enfemininados do que a entoação que emprega em cada frase. São gestos simples mas que denotam uma vivência com grandes referências, exclusivamente, femininas. Quase de certeza!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando novamente ao encontro com a minha mulher no Parque de Campismo de Monte Gordo, e depois de observar todas estas características com este ser, a que chego à conclusão que só poderia ser híbrido, ela arrumou as suas coisas e foi-se embora. Tinha de ir trabalhar, pois encontrava-se a trabalhar a contrato numa agência bancária algarvia. Estava a fazer umas férias dum funcionário daquela agência e pernoitava na tenda dos tios por afinidade enquanto durava o contrato. O carro que a levava era dos pais, do qual falarei nuns posts mais à frente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim foi como conheci, superficialmente, a minha cunhada que tem uma pila...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-7480596229102049865?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/7480596229102049865/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=7480596229102049865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/7480596229102049865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/7480596229102049865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/04/o-incio-da-decadncia.html' title='O início da decadência'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3279602880583636036.post-7095104107418878067</id><published>2008-04-28T12:03:00.002+01:00</published><updated>2008-05-12T12:11:24.067+01:00</updated><title type='text'>O porquê</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A razão de existir deste blog prende-se com a necessidade do seu autor inscrever na história todos os episódios da sua vida que o marcaram negativamente, no que diz respeito à relação que tem vindo a desenvolver com a sua cunhada que, curiosamente, tem uma pila.&lt;br /&gt;Serve, assim, este blog para não esquecer o quanto mal tem sido feito ao autor pela sua cunhada ao longo da sua relação com a mesma, sobretudo pelas suas invejas, pelas suas inoportunidades, pelas suas incoveniências, entre outros grandes defeitos que caracterizam a cunhada do autor.&lt;br /&gt;Espero que os leitores deste blog se deliciem com as histórias que irão ser aqui contadas pelo autor deste blog e que se dêm como abençoados por não terem uma cunhada assim... com pila e tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem hajam.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3279602880583636036-7095104107418878067?l=aminhacunhadatemumapila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/feeds/7095104107418878067/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3279602880583636036&amp;postID=7095104107418878067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/7095104107418878067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3279602880583636036/posts/default/7095104107418878067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacunhadatemumapila.blogspot.com/2008/04/o-porqu.html' title='O porquê'/><author><name>Hélio Branco</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://heliobranco.no.sapo.pt/fotos/helioB1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
